that don't impress me much

22 de outubro de 2018

Calças. De ganga. Aqui no blog. Wow! Estão a presenciar uma publicação com características muito raras aqui no blogue, por isso, caso  me estejam a ler pela primeira vez, sintam-se privilegiados: não acontece muita vez vestir calças de forma tão orgulhosa e confiante. Primeiro, porque não é costume vestir calças de ganga. É quase um desafio encontrar um par que me assente bem e que me favoreça. Fui encontrar este par push in na Salsa. Nunca fui crente de que umas calças push in ou push up fizessem de facto alguma diferença até experimentar estas, que, para além disso, são de cintura subida. Este é um look que costumo usar bastante no meu dia a dia, só que em vez de usar com saltos uso com ténis. Ideal para todas as ocasiões! 




Camisola: SALSA | Calças: SALSA | Mala: Dresslily | Boots: Zara 


sweet mess suspend me in crystal

18 de outubro de 2018

Um pé no outono, outro no verão. Antes de o frio ter chegado para ficar, ainda tive tempo de usar este vestido branco pela última vez este ano. Durante o verão inteiro usei-o sempre para ir à praia, principalmente. Foi interessante dar-lhe um propósito mais adaptado à temperatura de ultimamente. Com a ajuda do casaco de ganga e das minhas novas Cubanas, que, já agora, têm um cheirinho delicioso, saí de casa num dia ventoso mas suficientemente quente para usar vestido. Em outubro! 

Adoro tanto estas galochas que quero inseri-las em todos os meus outfits. O facto de terem brilhantes torna-as especiais e diferentes do habitual, principalmente do habitual do meu armário. Mal posso esperar por usá-las num outfit todo preto, para lhes dar ainda mais destaque! Espero que gostem do look. 





let's set the scene

17 de outubro de 2018




Remember me
Fresh out a black and white movie, movie
On every screen
What would you realize











UMA HISTÓRIA SOBRE CONEXÃO

16 de outubro de 2018

Quando foi a última vez que respiraste ar puro, aquele ar que quase te perfura de tão cristalino que é? 
Quando foi a última vez que cheiraste a terra molhada, que reparaste no crescimento de uma árvore ou que paraste para observar o mar, tudo isto sem o telemóvel na mão, sem o registares? Antigamente, quando os computadores e a rede surgiram, ficávamos entretidos durante uma hora ou duas para fugir à vida real. Era o recomendado, dentro do saudável. Lembro-me de ler as instruções da Playstation, também, onde era explícito que demasiadas horas em frente ao ecrã podiam ser perigosas. Eu, criança, ficava consciente do perigo - sabia que não o podia fazer em excesso. Agora, temos de sair à rua para fugir à vida virtual. É complicado não estarmos conectados. O pior é que quanto mais estamos conectados a um mundo, menos estamos a outro. Quero conectar-me ao real. Não respirar apenas o ar puro: senti-lo. Quero ler mais e mais, dar a mão às artes, que são a estrada do divino - porque as artes não julgam, não possuem formas, cores, conceitos. Elas existem apenas, e ligam-nos ao universo de uma forma desenvolvida. Abrem-nos a mente para todo o pequeno detalhe. A sensibilidade. A razão. Quanto mais conscientes somos, mais conectados podemos estar. Quero conectar-me, partilhar, gostar. Tudo ao vivo e a cores. 

                                                                                    
                                                                                                  Fotografias: Joana César