30 de novembro de 2016

I look at the world and I notice it's turning while my guitar gently weeps

(SOFT BIKERJACKET CAMEL (C/O): HERE, DUNGAREES (C/O): HERE; BACKPACK FROM HEAVEN'S;  

Para o segundo dia em Braga decidi vestir algo inspirado nos anos 60, nas cores terra e, como se pode perceber pelas minhas jardineiras, pelos tecidos mais utilizados na altura. Peguei nas minhas peças preferidas de ultimamente e juntei tudo na esperança de que corresse bem. O meu cabelo, que decidiu ser rebelde neste dia, também ajudou à festa - consegui então o tal look sixties. Desde miúda que a bombazine era um tecido que eu odiava e olhava de lado, até que tropecei nestas jardineiras cor de rosa da New Look. Aproveitei a sua estética para usar uma das grandes tendências deste ano: usar camisolas brancas por debaixo de peças de alças. Juntei castanho e preto (o look das coisas que me faziam torcer o nariz e de que agora gosto, portanto) e estava pronta para passear pelo centro de Braga! 

27 de novembro de 2016

PRIMEIRO DIA COM O BRAGA COOL

Não estarei a mentir se disser que esta foi uma das melhores experiências que já tive. A convite do Braga Cool estive numa das cidades mais bonitas do país durante dois dias. Hospedada no Hotel do Parque, que nos acolheu muito bem e que fica localizado no Bom Jesus do Monte, tive também a oportunidade de rever a Daniela, a Marta e a Helena, pessoas que fazem parte de mim, como vocês bem sabem (e conheci ainda a Carolina Nelas, uma pessoa que acompanho na blogoesfera há bastante!). Tínhamos um roteiro criado pelo Braga Cool para conhecermos os sítios mais giros da cidade, como cafés, restaurantes ou até mesmo monumentos. Assim que chegámos e após deixarmos as coisas no hotel começámos, então, a seguir o roteiro (que viamos através da app). 

14h30 - VISITAR O BOM JESUS DO MONTE

Apaixonei-me facilmente assim que meti o pé fora do hotel e comecei a passear pelo Bom Jesus do Monte. Sentia-me uma criança maravilhada e encantada com tudo o que via e acho que só não tenho mais fotografias porque estou a confiar na minha memória. Encantei-me com a vista sobre a cidade, adorei andar no elevador hidráulico - o único elevador a usar o sistema de contrapeso de água no mundo que ainda funciona -, apaixonei-me pelos tons de outono e também pela serenidade (e silêncio) que se fazia sentir.



15H45 - VISITAR O MUSEU DA IMAGEM 

Entretanto a app avisa-nos de que está na hora de irmos para o Museu da Imagem, que fica no centro de Braga. Fomos, então, num táxi que nos acompanhou durante todo o o fim de semana, para lá. O museu tem entrada gratuita e é o local ideal para os amantes de fotografia, visto estarem em exibição não só exposições de fotografia como também máquinas fotográficas antigas.



16H30 - LANCHAR NA TÍBIAS DE BRAGA

E porque ninguém faz nada bem de barriga vazia, seguimos para a pastelaria Tíbias de Braga, localizado mesmo ao lado do Museu da Imagem. A pastelaria tem uma oferta enorme, desde doces típicos como os fidalguinhos, as tíbias (claro!) e os biscainhos, há também bolos que só pelo aspeto fazem babar qualquer um. Eu rendi-me ao Red Velvet, que estava tão bom que no dia seguinte voltei para levar uns quantos para comer em Lisboa e na viagem (não tem mal, visto que sempre de um bom estômago há sempre uma boa alma!). 


DAS 17h00 ATÉ ÀS 20H00 - PASSEAR, CONHECER A LIVRARIA CENTÉSIMA PÁGINA E HORA LIVRE

Não tenho fotografias do que aconteceu durante estas horas, infelizmente, mas divertimos-nos imenso! Ainda no centro da cidade, encontrámos o nosso refúgio para a chuva na livraria Centésima Página, um espaço bastante tranquilo e cheio de cultura! Esta fica situada no edifício apalaçado da Casa Rolão - que se encontra, em grande parte, a ser restaurada. Explorámos cada canto com uma visita guiada, soubemos de lendas, conhecemos marcas giras como a ID Concept Store e perdemos-nos no meio de tantos livros!

 20h - HORA DE JANTAR NO MICHIZAKI

De todo o roteiro, esta sugestão era a que eu mais temia. Passo a explicar: nunca tinha experimentado comida tradicional japonesa em condições. Não me refiro apenas a sushi - até porque o Michizaki não é apenas de sushi - mas a toda a cozinha em concentro. Para uma amante de comida tradicional portuguesa, confesso que fiquei mesmo fã. Aceitei as sugestões que me foram dadas e experimentei também muitas pecinhas sem saber o que tinham lá dentro - não me arrependo. As sobremesas também eram ótimas. Acompanhei toda a refeição com chá de gengibre e na minha boca havia uma explosão de sabores que espero conseguir repetir em breve. 


Para terminar...

23h - UM POUCO DE DIVERSÃO NO BAR 'CASA VELHA'

Para terminar o dia em grande, passámos pelo Casa Velha, um bar que fica bem perto do Hotel do Parque. Não temos fotografias mas foi um dos momentos mais divertidos do dia: estávamos mais que genuinamente felizes num ambiente descontraído e com a sensação de que tínhamos tido um dia maravilhoso. Provámos todas o mesmo: Daiquiri de morango. Diz-se que os cocktails neste bar são mesmo bons, nós comprovamos!


E foi assim o nosso primeiro dia por Braga! Não percam os próximos posts para descobrir mais sobre este fim de semana. Espero que tenham gostado! Conheçam mais sobre o Braga Cool aqui. 

24 de novembro de 2016

FOLHAS DOURADAS E AMOR À PRIMEIRA VISTA

(SOFT BIKERJACKET CAMEL (C/O): HERE; SKIRT WITH EMBROISED FLOWER (C/O) here; VINTAGE GREEN SWEATSHIRT; backpack from heaven's) 

Foram folhas douradas, um ar gelado, um lago coberto e uma paixão imediata. Como já devem ter visto pelo meu instagram, fui a Braga no fim de semana passado com a companhia da Marta, da Daniela, da Helena e do Braga Cool. As minhas expetativas eram altas e foram mais do que superadas. Apaixonei-me e senti de novo a magia do outono, mas sobre Braga conto-vos depois e mais pormenorizadamente. 
Depois de chegar e deixar as malas no hotel fomos passear pelo Bom Jesus do Monte e senti-me a entrar num cenário de um filme medieval: uma ponte com troncos e ramos enlaçados, folhas a cair lentamente e um pequeno caminho de ferro quase mágico. A escolha do look nem foi propositada, apesar de o parecer pois combina com o cenário outonal. Tinha recebido esta saia da New Look uns dias antes e decidi usá-la com castanho e preto, visto já ser colorida o suficiente por si só. Como estava imenso frio, optei por usar também uma camisola verde tropa de gola alta, que impediu que eu congelasse. 

 E foi este o look que usei no primeiro dia em Braga! Gostam da saia e do look? Digam-me a vossa opinião e se já foram a Braga contem-me qual a coisa mais bonita que viram por lá! 

15 de novembro de 2016

cause there's a hole where your heart lies and I can see it with my third eye

(SOFT BIKERJACKET CAMEL (c/o): HERE; VELVET TOP FROM PRIMARK; JEANS FROM ZARA; BACKPACK FROM HEAVEN's

São muitas as vezes que ouço alguém a comentar o quão mal o castanho e o preto ficam usados em conjunto ou a falta de coragem que têm para misturar estas duas cores escuras. Sou sincera: até há um ano atrás nunca fui uma pessoa de castanhos e dizia sempre que não queria esta cor no meu armário. "A única cor que não uso é castanho", dizia eu, muito ingénua. Com o passar do tempo lá mudei de opinião e este casaco da Loavies veio acentuar esta feliz escolha. Quentinho e trendy, é tudo o que eu preciso para agora. Conjuguei-o com um camisola de veludo preta e simples. Apesar de gostar desta tendência do veludo, prefiro-o quando não tem muito brilho, acho que lhe dá um ar mais bonito quando é simples. O resto dos acessórios vêm em castanho, prata e preto.

O que acharam do look e do casaco que fez toda a diferença?