22 de fevereiro de 2014

bang bang, my baby shot me down


Para vos mostrar outra visão sobre este vestido, decidi fotografá-lo num cenário diferente, embora com o mesmo conjunto. Os azulejos tradicionais portugueses ganharam um foco importante este ano, apagando os antigos pensamentos de que este padrão nunca seria algo belo. Assim sendo, não havia melhor forma de lhe dar as boas vindas senão apresentá-lo na sua forma original e mais conhecida - um grande painel. Criei então um cenário moderno, clássico, delicado, forte, e sobretudo patriota. 
Sobre o vestido não há muito a dizer, já sabem que o adoro. Vejam mais sobre ele aqui e aqui. 

16 de fevereiro de 2014

home is wherever I'm with you






 Quando se pensa que o padrão floral, grande tendência nas estações que se avizinham, não poderá trazer nada de novo e será cansativo, as opiniões revertem-se totalmente. 
Apresento-vos o idílico em apenas um pedaço de tecido. As rosas são distintamente uma imagem de marca minha, não fosse o nome do blogue Heaven Rose, e reuni-las numa camisola foi a melhor ideia que alguém poderia ter. É um jardim floral resumido, uma coroa de flores em ponto grande. Quando esta manhã acordei e senti o quente do sol no meu quarto, soube que tinha de a vestir. Soube que tinha de aproveitar os primeiros indícios de primavera, que ainda está um bocado longe, para ir fotografar. E assim o fiz, novamente do meio da natureza como já vos habituei. Adoro este cenário, que causa o equilíbrio perfeito entre o look e o meu estado de espírito, ajudando-me a ter um maior à vontade com a câmara.
 O que acharam? 



15 de fevereiro de 2014

oh baby doll, will it end for you and me?





Inspirada por este anúncio, assim surgiram estas fotografias. Adoptei o ''paradoxical environment'' que intitulei ao vídeo, numa mistura de preppy com barroco, de Chanel com candy land, e preto com branco. Uma dança contrastante de um vestido que ganhou um  lugar cativo no meu armário desde a semana passada. Bonito mas misterioso, e isto para não falar do seu óptimo preço. Este vestido da Persun assenta às mil e uma maravilhas, ajustando-se perfeitamente à silhueta e tornando-se o protagonista do meu castelo de gelo barroco. Adoro as suas mangas e a gola que o tornam diferente. 
Não há como falhar. Para mim o preto nunca foi tão sumptuoso, ainda que simples. Black is the new black não é novidade, e a coligação com os pequenos detalhes tem sido desde sempre a minha escolha. 
O que acharam do vestido e das fotografias? Vejam mais sobre este vestido monástico aqui

9 de fevereiro de 2014

let them eat cake, said Marie Antoinette

Aproveitando o facto de ter acabado de aprender sobre a Revolução Francesa em História A, decidi investigar mais. Vi alguns documentários e fiz pesquisas a fundo, porque o saber nunca ocupa lugar. Para juntar o útil ao agradável, ouvi falar sobre o Marie Antoinette, um filme biográfico sobre Maria Antonieta, a mulher de Luís XVI que na altura da Revolução era o rei de França, e decidi vê-lo.


Maria Antonieta era uma jovem austríaca que acabou por se casar com o francês Luís XVI, tornando assim os dois países aliados. Antonieta passou a viver no Palácio de Versalhes juntamente com o rei e com a sua corte. Apesar de esta ser a vida que todos desejavam, cheia de mordomias, luxos e riquezas, Maria estava bastante descontente pois não se identificava com o espírito das pessoas que lá viviam e muito menos com as fofocas constantes que tinha de ouvir, principalmente relacionadas com o facto de não conseguir gerar um herdeiro para o trono. 



Revela desde o início ter uma personalidade forte, independente e ''infantil'', e por isso mesmo é que por vezes se isolava no meio do campo ou ia para o seu quarto secreto, ignorando o mundo à sua volta. A certa parte do filme, quando se vê parte dos seus sapatos, aparece no fundo um par de Converse, sapatos que na altura não existiam. Porém, não foi uma falha, mas sim uma referência à jovialidade de Maria Antonieta.   



Era conhecida pela sua beleza e elegância estonteante, digna de um anjo, sendo a sua cara comparada até a um ''cupcake''. Adorava roupa, principalmente em tons suaves - well, aqui temos um ponto em comum! - que realçavam a sua beleza. Todo o guarda roupa usado no filme é extremamente bonito e bastante ostentoso, totalmente do género que adoro com flores e detalhes dourados em estilo barroco. Para não falar da decoração, igualmente em estilo barroco.


Well, não me poderei adiantar mais sobre o assunto, caso contrário estragarei a visualização do filme para quem ainda não o viu! Após tê-lo visto, a minha paixão por macarons, Paris, cores suaves, o barroco e a delicadeza só aumentou. Acho que é uma verdade comum a todos que quando se acaba de ver um filme, se fica com todo o espírito da história durante umas horas. Ora portanto, eu fiquei a fazer de rainha delicada apaixonada por bolinhos durante umas duas horas... 
Bolinhos à parte, adorei o filme. Para além de ter ficado a compreender melhor a história, numa visão muito mais soft e divertida escrita pela Sofia Coppola, ainda pude sonhar com todos os guarda roupas. 
Fica aqui então uma recomendação para quem ainda não viu. Quem viu, o que achou? 

8 de fevereiro de 2014

giveaway winner: Iconemesis

E sem mais demoras, aqui vos apresento a vencedora de uma belíssima capa da Iconemesis. Parabéns Márcia Silva Pereira, és a feliz contemplada! 

Se não foste a vencedora, não desanimes, haverão muitos mais giveaways pela frente! 


3 de fevereiro de 2014

the cold never bothered me anyway


Descobri mais uma dupla perfeita. A amante de cores pastel não se fica pelos nudes e decide misturar verde menta, lavanda, e rosa. Eis o resultado. Lavanda, que palavra tão bonita. 
E de novo se revela o meu fascínio pela luz a espreitar através do diafragma da máquina fotográfica de uma forma tranquila e clara, da qual ninguém parece desconfiar. Um pôr de sol melódico e suave que combinou totalmente com a mistura improvável e meticulosamente calculada, pois tais cores conjugadas podem dar erro. Quando se usa uns grandes brincos como estes, não é fácil a conjugação. Apostei em algo simples, ainda que colorido. Talvez uma comparação ao meu eu intrínseco. Já que não é fácil transmiti-lo por palavras, que seja por roupas. Uma forma de arte, uma demonstração do meu eu. Se se fizer silêncio, é possível observar melhor, sim, silêncio para poder ver. No final de contas, não será assim que acontece com muitas de nós?
 E é assim, que no meio do pôr do sol e de cores muito doolhouse, casa de bonecas no bom e belo português, aparece mais um outfit post. Que acharam?