REVIEW | BIOTHERM AQUASOURCE

10 de junho de 2018



Ultimamente, mais do que nunca, tenho dado muita importância à minha pele. Quer seja por me maquilhar diariamente, quer por todas as situações de stress que posso enfrentar no dia a dia e que acabam por deixar danos na minha pele, a verdade é que, por mais cuidado que tenha, o meu rosto sofre sempre um bocadinho. Gostava de reduzir a minha utilização de base e corretores, produtos que uso para homogeneizar o tom da pele - e, para o fazer mais à vontade, o ideal é ter a pele luminosa e hidratada, com poucas ou nenhumas borbulhas. 


Assim sendo, quero falar-vos de dois produtos que inseri na minha rotina e que me têm deixado bastante satisfeita, possibilitando esse tal "sentir-me à vontade na minha pele". Não tenho tanto o hábito de os utilizar de manhã (visto que às vezes tenho um bocadinho de pressa e esqueço-me, sinceramente), apesar de o aconselhável ser de manhã e/ou à noite. É, então, quando retiro a maquilhagem, ao final do dia, e lavo bem o rosto, que decido aplicar estes dois produtos da Biotherm. Não fazia reviews há muito, espero que seja um conteúdo do vosso agrado, pois, a meu ver, acho essencial partilhar também aquilo de que gosto e que faz parte do meu dia a dia. 





Antes de colocar creme, aplico o sérum, concentrado de regeneração intensiva para pele seca, muito seca e sensível, que promete hidratar e iluminar a pele. É um líquido bifásico - ou seja, o ideal é agitar antes de utilizar, para podermos usufruir do mesmo de forma plena e completa - que é extraído da embalagem através de uma pipeta. Podemos colocar o produto diretamente no rosto, deixando as gostas caírem pelos pontos de interesse (nomeadamente maçãs do rosto, nariz, queixo e pescoço, no meu caso), ou colocar 3/4 gostas na palma da mão e espalhar como desejado. Algo que tenho feito muito é misturar uma gota do sérum com a base que utilizo. Ao colocar essa mistura na pele, tenho sentido que não fico com a pele tão pesada, o resultado final da maquilhagem parece mais iluminado, e, algo que também me agrada bastante, a base torna-se muito mais fácil de espalhar pelo rosto. 


Relativamente à composição, este produto é, curiosamente, composto por plâncton, um ingrediente regenerador, fornecedor de proteínas, nutrientes, aminoácidos e tantos outros compostos essenciais para a saúde da nossa pele. Tem um cheirinho super "verde", o que é agradável e dá um toque orgânico ao produto muito característico. 

Relativamente ao que interessa, já utilizo há cerca de um mês e acho que tenho um substituto ideal para o meu iluminador da H&M, visto que é um sérum que me tem trazido bastante luminosidade à pele, algo que às vezes tinha em falta. A minha pele ganhou mais graça e parece mais viva, mais elástica e mais fresca (culpo um pouco o produto, que é super fresquinho ao aplicar, só dá vontade de colocar mais e mais!). Infelizmente, a embalagem já vai a meio. 





Como segundo agente deste processo de iluminação e regeneração, uso o gel, grande companheiro do sérum! Logo a seguir a colocar o sérum e deixar atuar um pouco na pele, coloco, então, por todo o rosto, o gel - que é bastante fresco e também possui o cheiro a "verde" e "natural".  Ideal para peles normais/mistas, sinto que este produto é super elástico, pois basta um pouco para cobrir uma grande parte do rosto e conseguir hidratá-lo. Acaba por ser um complemento ao primeiro produto, e sinto que faz o seu papel principalmente na parte da hidratação e elasticidade da pele. Gosto de o colocar principalmente na zona do queixo e do pescoço, onde tenho mais problemas de hidratação de pele e onde a sinto "morta" mais vezes .


No fundo, são dois produtos que, em conjunto, fazem uma excelente dupla, mas, em separado, não deixam de ser bons e de fazer aquilo que é preciso. Fiquei fã!



(nota: não fui paga para escrever esta review)


ESSÊNCIA DO SER

6 de junho de 2018



Vamos falar de essências? É essencial. Quando me perguntam qual o segredo para o sucesso, é essa mesma característica que refiro. Não há nada mais importante do que termos a nossa própria marca. Que todas as adições sejam por nós, e que todas as subtrações também. Fazer algo por nós, para nós, de nós, para os outros. É assim que, na minha opinião, se pode construir uma parede desse palácio que é a felicidade e o sucesso. 

Tenho meditado muito sobre este assunto por um motivo em particular. Como sabem, termino este ano o meu percurso no ensino superior. Para celebrar o final deste capítulo, pedi aos meus amigos que me escrevessem fitas - para, então, poder fazer a bênção das mesmas. Foi engraçado reparar que muitos deles me disseram que apreciavam algo muito específico em mim: o facto de nunca ter alterado o que sou em prol de reconhecimento, estatuto ou patamar na vida. E caí em mim, nunca tinha pensado sobre isso. No fundo, estou simplesmente a existir e a deixar a minha essência sair, contagiando os outros, como um perfume no corredor. Estava apenas a viver, sem sequer pensar nisso. Achei querido que houvesse quem reparasse nisso, porque, no fundo, é algo natural para mim - e fico com o coração quente quando alguém vê uma característica que está mais escondida ou é espontânea. 

A vida é uma mistura de essências no ar, e temos de perceber que misturas é que resultam bem para criarmos o aroma predilecto que iremos ter durante todo o nosso caminho. É ao deixarmos que o nosso interior se revele e se exponha que estamos mais susceptíveis a que coisas boas aconteçam. Por isso, não tenham medo! Sejam vocês, acreditem que é a maneira mais fácil de atingirmos os nossos objetivos. Não há grande valor naquilo que é copiado. Cada ser vivo tem a sua própria codificação. Apesar de sermos milhões e milhões de universos a partilhar este planeta, temos a capacidade de ser únicos através do simples acto de existirmos e sermos fieis a nós próprios. Ah, e não se esqueçam: as flores no jardim não estão preocupadas se a flor do lado está a crescer mais do que elas ou não, elas simplesmente crescem!


fotografias: MISTO 





VISIONS OF GIDEON | PART 2



As fotografias podem ter o poder de nos lembrar a época em que foram tiradas. Podem ter o poder de nos fazer mergulhar numa piscina de memórias, que foi deixada ao abandono e já se encontra com a água turva. Uma laranja, a fruta do momento. Um par de óculos antigos, porque sempre gostei do passado. Um casaco cinzento grande, que me lembra o inverno que passou. Uma estufa fria, que não era muito fria. Um conjunto de fotografias que me lembra abril, que já não volta mais. Um conjunto de fotografias que me faz acreditar que posso sempre ser melhor e criar mais. São tudo elementos do poder destas fotografias. E a vocês, o que vos faz lembrar? 





Fotografias: João Duque